segunda-feira, 8 de outubro de 2012

E Ela pensou em lhe dizer que:

' A razão do meu silêncio são as tuas palavras.'

oh so true

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Cry Ophelia

'Sometimes the perfect thing to do is crying'

Today I'll just cry... inside.

terça-feira, 3 de julho de 2012

Quando Elas...

Saem juntas, às vezes dá nisto:

http://saircontigo.blogspot.pt/

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Quando Ela passa a ser Eu

Eu sou Ela porque me apetece ser Eu e Ela ao mesmo tempo. Quero confundir a história e fantasiar com a realidade. Quando Eu sou Ela simplesmente não há Nós...

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Há um vácuo no tempo.

O que acontece quando Ele pede para Ela voltar a escrever?

O tempo encurta ou vácuo desaparece?

quarta-feira, 6 de julho de 2011

A curta história deles

Ele foi. Desapareceu.
Muito tempo depois voltou. Volta na esperança de reviver o passado por tem saudades do conforto desse passado...
Ela ficou. Viveu.
Quando ele lhe bateu à porta de sorriso nas mãos Ela voltou a fechar a porta.

sábado, 2 de abril de 2011

Egoísmo

Quando Ele a olha nos olhos, sabe que não a ama. Mas não consegue resistir ao prazer e deixa-se ficar por puro egoísmo.

sábado, 5 de fevereiro de 2011

O desejo e Eles

Ela quer despi-lo à bruta.
Ele beija-lhe o pescoço e os ombros. Empurra-a contra a parede enquanto ela lhe arranha as costas.
Ela desaperta-lhe as calças. Enrola as pernas à cintura dele.
Ele agarra-a pelo rabo e encosta-a à parede.
Ela beija-o enquanto lhe puxa o cabelo pela nuca.
Ele beija-a de volta. Despe-lhe a camisola. Atira-a para a cama.
Ela senta-se na cama, com a cabeça ao nível da cintura dele. Baixa-lhe as calças e os boxers.
Um compasso de espera. Os ponteiros do relógio que só o silencio ouve.
Ele olha-a.
Ela olha-o.
Ele beija-a.
Ela beija-o.
Ele atira-a para trás. Despe-lhe o que resta. Vira-a de costas. Beija-a. Do pescoço até ao fim das costas.
Ela aperta o lençol na mão esquerda e sente com prazer cada beijo dele. Anseia por mais.
Ele vira-a de novo e deita-se ao lado dela. Beija-a novamente. Os lábios. O pescoço. Os ombros. Os braços. Os lábios novamente.
Ela senta-se em cima dele. Beija-lhe os lábios. O pescoço. Mordisca-lhe as orelhas.
Ambos sentem a pele um do outro. Quente.
Ele agarra-a e roda-a. Fica Ele por cima. Continua-a a beijá-la. Roçam os corpos um no outro.
Ela geme. Não consegue suster a respiração. Ele ouve-a baixinho, ao ouvido. Ela crava as unhas nas costas dele.
Ele beija-a devagar. Os lábios, as mamas. Ele agarra as mãos dela. Volta a beijar-lhe os lábios. O pescoço. Sussurra palavras de prazer.
Ela olha-o nos olhos. Segura-o entre as suas pernas. Aperta-lhe as mão. Ela quere-o ali e agora. Beija-o.
Ele deixa-se levar. Por ela e pelo calor do momento.
Beijam-se. As respirações confundem-se. Estão ofegantes. As línguas confundem-se. E invadem-se.
Ele beija-lhe novamente o pescoço.
Ela sente a língua dele. Geme novamente.
Ela solta-se dele. Empurra-o.
Ele olha-a com surpresa. Só ouve o compasso do seu coração. Tem desejo nos olhos.
Ela fica por cima agora. Beija-lhe o pescoço, o peito e vai descendo. Teima em descer.
Afasta-lhe as pernas. Ajoelha-se no meio delas.
Ele segura-lhe os cabelos. Deixa-se levar. Novamente.
A língua dela e a boca aconchegam-no. Ela deixa-o marcar o ritmo.
Ele pede-lhe para não parar. Olha-a nos olhos e deixa que Ela marque o ritmo.
Depressa, devagar...Mais depressa...Devagar outra vez.
Ela pára.
Eles unem-se.
Ele dentro dela. Sentados.
Ela abraça-o enquanto o deixa marcar o ritmo com as suas mãos na cintura dela.
Ela geme.
Ele encosta-se ao peito dela. As respirações aceleram. O ritmo acelera. Entregam-se ao prazer.
Ela geme, crava-lhe as unhas no ombro. Ele não pára. Aumenta o ritmo. Agarra-a pela cintura. Beija-lhe os lábios.
Ela abraça-o até sentir que o tempo parou. Não ouve o relógio. A realidade parece não existir e Eles são um corpo de prazer, transpirado pelo momento que ambos viveram ali. O momento em que ambos se entregaram para se tornarem um só.
Beijam-se.
Ela sorri. Agora, dois corpos nus.
Ele responde ao sorriso dela. Ele está com ela naquele momento que foi real.
Abraçam-se. Ficam ali. Dois corpos nus.
O tempo vai trazer a realidade de volta. E eles ficam deitados a pensar no que aconteceu até adormecerem.














Obrigada a ti.

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Quase beijo

Ele espera que aquele quase beijo que Ele lhe deu surta algum efeito nela.
Ela sabe o que Ele quer e Ela quer apenas uma amizade.
Há uma relação que se perde no tempo como se estivesse esquecida.

sábado, 1 de janeiro de 2011

Ano Novo

Deixaram para trás o passado mas não o esqueceram.
Estão juntos no meio de uma festa sem saber para onde vão, sem saber se vale a pena.
Dão as 12 badaladas e Eles beijam-se desinteressadamente.
Um novo ano começa...

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

O caminho

Porque é que Ele nunca encontra o caminho para casa?
Prefere perder-se em desvios e labirintos... Acha que o desconhecido tem encanto.
O pior é que o deconhecido fica desencantado quando passa a conhecido..
Mas porque não chega Ele ao fim...
O caminho torna-se longo e a espera vai matando lentamente a esperança...

sábado, 4 de dezembro de 2010

Desconhecido

Ele e Ela preparam-se para o temido desconhecido...

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

'Tragam-me então a cocaína s.f.f.'

Ela leu algures que o fim de uma relação provocava sintomas fisicos parecidos com a abstinência de um viciado em cocaína. Parece que as zonas do cérebro afectadas são as mesmas e reagem de forma semelhante... E Ela chega à conclusão que o amor é um vicio... ou será uma droga?
É tristeza, falta de apetite, choro compulsivo, querer esquecer e não conseguir, fadiga, pesadelos, insónias, astenia alternada com agitação, isolamento quando se termina uma relação com alguém de quem se gosta, de quem se ama?
Primeiro há um crash (com a cocaína dura entre 9h a 4 dias), um estado de depressão, insónia, irritabilidade, ansiedade, falta de apetite, e um desejo de voltar atrás. Imaginam-se 'filmes' e hipóteses e possibilidades...Quem sabe se não serão apenas ideias paranóides.
Vem depois a abstinência... uma a dez semanas dizem os especialistas em cocaína. E os sintomas são parecidos... Perda da capacidade de ter prazer, mudanças de humor...
Finalmente a extinção... E os especialistas ainda não determinaram o tempo desta fase... É a tão desejada recuperação do estado afectivo.... Os estímulos condicionados pelo consumo desta droga  podem desencadear um estado de necessidade, de busca... E pode acontecer a recaída.
E Ela sabe que não quer uma recaída...Não quer mais ir pela busca do amor...

'Tragam-me então a cocaína s.f.f.'

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Eles

E Ele desacreditou-se dela...

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Tocaste o céu?

- 'Foi desta que tocaste o céu?', perguntou-lhe ironicamente olhando para a figura dela caída numas quaisquer escadas.
- 'Ainda não cheguei lá', respondeu Ela a esforço numa voz sumida...
- 'Não sei porque fazes isto a ti própria. Onde estás?'
- 'Não sei, mas ainda não toquei o céu', disse Ela com as lágrimas a cair dos olhos baços.
Desde sempre que Ela dizia que um dia tocaria o céu. Quando era pequena e lhe davam um balão, não raras vezes o deixava fugir no meio de brincadeiras. Invejava-o. Sem saudades de quem tinha partilhado bons momentos, subia, subia, subia. Subia alto num céu que Ela queria tocar.
- 'Um banho frio vai fazer-te bem' e nisto abriu a torneira de água fria de uma banheira imensa, 'acorda, ouve só o que te digo, acorda'.
Não respondeu. Após alimentar a alma com o ópio que a viciava, pensava que chegaria ao céu. Pelo menos não sentia dores. Não sentia. Apenas não sentia.
Entrou na banheira e pediu para ficar só. Deixou-a só mas com a porta aberta 'daqui a pouco venho ver como estás.'
Como estava? Estava num estado de apatia mas ainda sentia os membros descoordenados, os sentimentos desordenados e os pensamentos confusos. Sentia que a vida não a queria, ou será que era Ela que não queria vida.
A água estava realmente gelada. Depois da sensação inicial de desconforto, deixou-se escorregar até ficar submersa. Não respirava, não pensava.
Dois minutos foi veio vê-la. Preocupada com o seu estado de embriaguez do mundo, tinha medo do que poderia fazer inconscientemente. Quando a olhou entrou em pânico. Tirou-a da banheira. Não respirava. Sabia de primeiros socorros e iniciou o suporte básico de vida. Ela recuperou os sentidos. Olharam-se e Ela chorou.
Ouviu-se o barulho de sirenes. Homens fardados colocavam-na numa maca. Ao entrar para a ambulância apenas sussurou 'Toquei o céu'.

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Hold on

Ela fugiu do mundo que conhecia. Queria uma nova vida, um novo alguém.
Encontrou-se com a pessoa de sempre.
Despiram-se percorreram-se entraram em êxtase enquanto uma música tocava.
'Fica mais um pouco. Fica comigo' - disse Ele.

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

É tarde

É tarde. Ela dá voltas na cama. Não devia ter bebido aquele café, pensa. A cafeína, o vício ao qual não conseguia resistir. ajudava-a a regular os sonos regulados.
É tarde. E ela pensa na vida. No que mais se poderia pensar em horas tardias? Revê o passado e sabe que não vale a pena arrepender-se. O que está feito, feito está. Pensa no futuro. Não sabe como será ou o que a espera. Já não pensa com clareza.
Ao seu lado Ele dorme. Indiferente aos pensamentos dela.

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Cumplicidades

Ele chorou.
Ela sorriu e abraçou-o...

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Recordações

Quando as recordações entram de rompante há uma lágrima que rola pelo rosto dela. São coisas que estão recalcadas, pelas quais Ela não quer passar nem em pensamentos.
A vida segue o seu curso normal ou...dito normal. A vida segue e Ela segue com a vida.
Pega nas chaves e sai, não sabe as horas, apenas tem aquelas recordações que de repente lhe surgem sem a avisar. Vagueia. Senta-se no meio do nada. Chora até ficar vazia. Adormece.
É noite e está frio. Desorientada tenta voltar a casa. Encontra o caminho sem se perder.
Cabeça vazia. Deita-se e volta a adormecer.

sexta-feira, 14 de maio de 2010

melancolia

Ele acha que há dias melancólicos que nem a felicidade do momento se consegue sobrepor a isso...