A vida é uma descoberta constante. Uma descoberta de como viver. Uma descoberta de sensações, aromas, cores, pessoas...
A descoberta do silêncio das palavras, quer para ele quer para ela, começa quando as perguntas que fazem não têm resposta.
O silêncio como companhia nas noites calmas que contrastam com o turbilhão que é a sua mente.
E esse silêncio prolongar-se-á durante o resto das vidas dele e dela.