sábado, 2 de abril de 2011
sábado, 5 de fevereiro de 2011
O desejo e Eles
Ela quer despi-lo à bruta.
Ele beija-lhe o pescoço e os ombros. Empurra-a contra a parede enquanto ela lhe arranha as costas.
Ela desaperta-lhe as calças. Enrola as pernas à cintura dele.
Ele agarra-a pelo rabo e encosta-a à parede.
Ela beija-o enquanto lhe puxa o cabelo pela nuca.
Ele beija-a de volta. Despe-lhe a camisola. Atira-a para a cama.
Ela senta-se na cama, com a cabeça ao nível da cintura dele. Baixa-lhe as calças e os boxers.
Um compasso de espera. Os ponteiros do relógio que só o silencio ouve.
Ele olha-a.
Ela olha-o.
Ele beija-a.
Ela beija-o.
Ele atira-a para trás. Despe-lhe o que resta. Vira-a de costas. Beija-a. Do pescoço até ao fim das costas.
Ela aperta o lençol na mão esquerda e sente com prazer cada beijo dele. Anseia por mais.
Ele vira-a de novo e deita-se ao lado dela. Beija-a novamente. Os lábios. O pescoço. Os ombros. Os braços. Os lábios novamente.
Ela senta-se em cima dele. Beija-lhe os lábios. O pescoço. Mordisca-lhe as orelhas.
Ambos sentem a pele um do outro. Quente.
Ele agarra-a e roda-a. Fica Ele por cima. Continua-a a beijá-la. Roçam os corpos um no outro.
Ela geme. Não consegue suster a respiração. Ele ouve-a baixinho, ao ouvido. Ela crava as unhas nas costas dele.
Ele beija-a devagar. Os lábios, as mamas. Ele agarra as mãos dela. Volta a beijar-lhe os lábios. O pescoço. Sussurra palavras de prazer.
Ela olha-o nos olhos. Segura-o entre as suas pernas. Aperta-lhe as mão. Ela quere-o ali e agora. Beija-o.
Ele deixa-se levar. Por ela e pelo calor do momento.
Beijam-se. As respirações confundem-se. Estão ofegantes. As línguas confundem-se. E invadem-se.
Ele beija-lhe novamente o pescoço.
Ela sente a língua dele. Geme novamente.
Ela solta-se dele. Empurra-o.
Ele olha-a com surpresa. Só ouve o compasso do seu coração. Tem desejo nos olhos.
Ela fica por cima agora. Beija-lhe o pescoço, o peito e vai descendo. Teima em descer.
Afasta-lhe as pernas. Ajoelha-se no meio delas.
Ele segura-lhe os cabelos. Deixa-se levar. Novamente.
A língua dela e a boca aconchegam-no. Ela deixa-o marcar o ritmo.
Ele pede-lhe para não parar. Olha-a nos olhos e deixa que Ela marque o ritmo.
Depressa, devagar...Mais depressa...Devagar outra vez.
Ela pára.
Eles unem-se.
Ele dentro dela. Sentados.
Ela abraça-o enquanto o deixa marcar o ritmo com as suas mãos na cintura dela.
Ela geme.
Ele encosta-se ao peito dela. As respirações aceleram. O ritmo acelera. Entregam-se ao prazer.
Ela geme, crava-lhe as unhas no ombro. Ele não pára. Aumenta o ritmo. Agarra-a pela cintura. Beija-lhe os lábios.
Ela abraça-o até sentir que o tempo parou. Não ouve o relógio. A realidade parece não existir e Eles são um corpo de prazer, transpirado pelo momento que ambos viveram ali. O momento em que ambos se entregaram para se tornarem um só.
Beijam-se.
Ela sorri. Agora, dois corpos nus.
Ele responde ao sorriso dela. Ele está com ela naquele momento que foi real.
Abraçam-se. Ficam ali. Dois corpos nus.
O tempo vai trazer a realidade de volta. E eles ficam deitados a pensar no que aconteceu até adormecerem.
Obrigada a ti.
Ele beija-lhe o pescoço e os ombros. Empurra-a contra a parede enquanto ela lhe arranha as costas.
Ela desaperta-lhe as calças. Enrola as pernas à cintura dele.
Ele agarra-a pelo rabo e encosta-a à parede.
Ela beija-o enquanto lhe puxa o cabelo pela nuca.
Ele beija-a de volta. Despe-lhe a camisola. Atira-a para a cama.
Ela senta-se na cama, com a cabeça ao nível da cintura dele. Baixa-lhe as calças e os boxers.
Um compasso de espera. Os ponteiros do relógio que só o silencio ouve.
Ele olha-a.
Ela olha-o.
Ele beija-a.
Ela beija-o.
Ele atira-a para trás. Despe-lhe o que resta. Vira-a de costas. Beija-a. Do pescoço até ao fim das costas.
Ela aperta o lençol na mão esquerda e sente com prazer cada beijo dele. Anseia por mais.
Ele vira-a de novo e deita-se ao lado dela. Beija-a novamente. Os lábios. O pescoço. Os ombros. Os braços. Os lábios novamente.
Ela senta-se em cima dele. Beija-lhe os lábios. O pescoço. Mordisca-lhe as orelhas.
Ambos sentem a pele um do outro. Quente.
Ele agarra-a e roda-a. Fica Ele por cima. Continua-a a beijá-la. Roçam os corpos um no outro.
Ela geme. Não consegue suster a respiração. Ele ouve-a baixinho, ao ouvido. Ela crava as unhas nas costas dele.
Ele beija-a devagar. Os lábios, as mamas. Ele agarra as mãos dela. Volta a beijar-lhe os lábios. O pescoço. Sussurra palavras de prazer.
Ela olha-o nos olhos. Segura-o entre as suas pernas. Aperta-lhe as mão. Ela quere-o ali e agora. Beija-o.
Ele deixa-se levar. Por ela e pelo calor do momento.
Beijam-se. As respirações confundem-se. Estão ofegantes. As línguas confundem-se. E invadem-se.
Ele beija-lhe novamente o pescoço.
Ela sente a língua dele. Geme novamente.
Ela solta-se dele. Empurra-o.
Ele olha-a com surpresa. Só ouve o compasso do seu coração. Tem desejo nos olhos.
Ela fica por cima agora. Beija-lhe o pescoço, o peito e vai descendo. Teima em descer.
Afasta-lhe as pernas. Ajoelha-se no meio delas.
Ele segura-lhe os cabelos. Deixa-se levar. Novamente.
A língua dela e a boca aconchegam-no. Ela deixa-o marcar o ritmo.
Ele pede-lhe para não parar. Olha-a nos olhos e deixa que Ela marque o ritmo.
Depressa, devagar...Mais depressa...Devagar outra vez.
Ela pára.
Eles unem-se.
Ele dentro dela. Sentados.
Ela abraça-o enquanto o deixa marcar o ritmo com as suas mãos na cintura dela.
Ela geme.
Ele encosta-se ao peito dela. As respirações aceleram. O ritmo acelera. Entregam-se ao prazer.
Ela geme, crava-lhe as unhas no ombro. Ele não pára. Aumenta o ritmo. Agarra-a pela cintura. Beija-lhe os lábios.
Ela abraça-o até sentir que o tempo parou. Não ouve o relógio. A realidade parece não existir e Eles são um corpo de prazer, transpirado pelo momento que ambos viveram ali. O momento em que ambos se entregaram para se tornarem um só.
Beijam-se.
Ela sorri. Agora, dois corpos nus.
Ele responde ao sorriso dela. Ele está com ela naquele momento que foi real.
Abraçam-se. Ficam ali. Dois corpos nus.
O tempo vai trazer a realidade de volta. E eles ficam deitados a pensar no que aconteceu até adormecerem.
Obrigada a ti.
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
Quase beijo
Ele espera que aquele quase beijo que Ele lhe deu surta algum efeito nela.
Ela sabe o que Ele quer e Ela quer apenas uma amizade.
Há uma relação que se perde no tempo como se estivesse esquecida.
Ela sabe o que Ele quer e Ela quer apenas uma amizade.
Há uma relação que se perde no tempo como se estivesse esquecida.
sábado, 1 de janeiro de 2011
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
O caminho
Porque é que Ele nunca encontra o caminho para casa?
Prefere perder-se em desvios e labirintos... Acha que o desconhecido tem encanto.
O pior é que o deconhecido fica desencantado quando passa a conhecido..
Mas porque não chega Ele ao fim...
O caminho torna-se longo e a espera vai matando lentamente a esperança...
Prefere perder-se em desvios e labirintos... Acha que o desconhecido tem encanto.
O pior é que o deconhecido fica desencantado quando passa a conhecido..
Mas porque não chega Ele ao fim...
O caminho torna-se longo e a espera vai matando lentamente a esperança...
sábado, 4 de dezembro de 2010
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
'Tragam-me então a cocaína s.f.f.'
Ela leu algures que o fim de uma relação provocava sintomas fisicos parecidos com a abstinência de um viciado em cocaína. Parece que as zonas do cérebro afectadas são as mesmas e reagem de forma semelhante... E Ela chega à conclusão que o amor é um vicio... ou será uma droga?
É tristeza, falta de apetite, choro compulsivo, querer esquecer e não conseguir, fadiga, pesadelos, insónias, astenia alternada com agitação, isolamento quando se termina uma relação com alguém de quem se gosta, de quem se ama?
Primeiro há um crash (com a cocaína dura entre 9h a 4 dias), um estado de depressão, insónia, irritabilidade, ansiedade, falta de apetite, e um desejo de voltar atrás. Imaginam-se 'filmes' e hipóteses e possibilidades...Quem sabe se não serão apenas ideias paranóides.
Vem depois a abstinência... uma a dez semanas dizem os especialistas em cocaína. E os sintomas são parecidos... Perda da capacidade de ter prazer, mudanças de humor...
Finalmente a extinção... E os especialistas ainda não determinaram o tempo desta fase... É a tão desejada recuperação do estado afectivo.... Os estímulos condicionados pelo consumo desta droga podem desencadear um estado de necessidade, de busca... E pode acontecer a recaída.
E Ela sabe que não quer uma recaída...Não quer mais ir pela busca do amor...
'Tragam-me então a cocaína s.f.f.'
É tristeza, falta de apetite, choro compulsivo, querer esquecer e não conseguir, fadiga, pesadelos, insónias, astenia alternada com agitação, isolamento quando se termina uma relação com alguém de quem se gosta, de quem se ama?
Primeiro há um crash (com a cocaína dura entre 9h a 4 dias), um estado de depressão, insónia, irritabilidade, ansiedade, falta de apetite, e um desejo de voltar atrás. Imaginam-se 'filmes' e hipóteses e possibilidades...Quem sabe se não serão apenas ideias paranóides.
Vem depois a abstinência... uma a dez semanas dizem os especialistas em cocaína. E os sintomas são parecidos... Perda da capacidade de ter prazer, mudanças de humor...
Finalmente a extinção... E os especialistas ainda não determinaram o tempo desta fase... É a tão desejada recuperação do estado afectivo.... Os estímulos condicionados pelo consumo desta droga podem desencadear um estado de necessidade, de busca... E pode acontecer a recaída.
E Ela sabe que não quer uma recaída...Não quer mais ir pela busca do amor...
'Tragam-me então a cocaína s.f.f.'
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